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Um pouco sobre Design Thinking




Hey, what’s up guys? Sou Gabriella E. Moraes e venho neste espaço compartilhar um pouco da minha experiência na disciplina de Metodologias Ativas, disciplina a qual super me interessei, onde venho buscando aprimorar meus conhecimentos e descobrir novos horizontes para quando em real situação de sala de aula, eu possa estar preparada para lidar com as multiplicidades que vou deparar nesse ambiente. No entanto, meu principal foco do momento é falar de uma atividade prática (realizada em grupo) em que tivemos a oportunidade de vivenciar em uma das aulas (presenciais).

E qual atividade foi essa, então? Trabalhamos com o Design Thinking, isto é, uma forma de resolver problemas, desenvolver produtos e pensar projetos baseada no processo cognitivo (sendo que, nosso foco estava no contexto escolar).

Sendo assim, em grupo criamos um certo protótipo seguindo o objetivo principal da atividade (que era a partir de desafios, necessidades ou desejos encontrados na realidade escolar, propor soluções), contudo, como estávamos em grupo e sabemos que cada indivíduo tem uma vivência e experiências diferentes, decidimos por cada um falar de alguma experiência que havia vivenciado e acabamos que diante a fase de brainstorm (acho que posso chamar assim), decidimos.

Por que não falar de uma escola que busque o envolvimento e autonomia do aprendiz? Isso mesmo! Pois muitas vezes nos deparamos com realidades onde o aprendiz acaba ficando em segundo plano, ou seja, o foco principal, não se dá na evolução do aprendiz, na sua autonomia e criticidade, mas muito pelo contrário, deparamos com um sistema engessado, nos deparamos com a “educação bancária”, um conceito muito sábio de Paulo Freire.

Portanto, diante essa situação, como criar ferramentas para converter essa realidade? E algumas de nossas considerações, foram:

Desenvolver projeto que visa parceria de diferentes séries e turmas, na tentativa de fazer com que os aprendizes desenvolvam sua autonomia na produção (isto é, seria um projeto mais centrado no aprendiz e o professor seria nesse caso um orientador), assim como trocas de experiências (envolvimento), pois como ocorreria a junção de distintas séries, diferentes níveis de conhecimento seriam utilizados para o objetivo final (a realização do projeto).

Assim como, o comprometimento dos educadores em trabalhos interdisciplinares, que é muito válido e um ganho, ainda mais no mundo globalizado que fazemos parte, em que se faz essencial a quebra de barreiras e o estreitamento de relações.

Contudo, muitas outras intervenções podem ser feitas quando tratamos de uma realidade escolar que propicie ao aprendiz criticidade e autonomia, não é mesmo? Muito bem, espero que com tudo dito e com essa provocação final, tenhamos e venhamos refletir questões como essa que nos cercam quando tratamos do contexto escolar. Te vejo nos próximos posts. I really hope so!

Para ficar por dentro:
Como foi citado sobre a Educação Bancária de Paulo Freire (cuja nossa objetivação com o projeto de Design Thinking, é a superação da mesma), e não sei se é do conhecimento de todos sobre o que seria esse conceito, sendo assim, segue o link a seguir na busca de melhor clarificar a respeito:

Comentários

  1. Quais competências você deve desenvolver para estabelecer parcerias com professores de diferentes séries e turmas?
    Qual seria sua estratégia se você desse aula para todas as turmas?
    Como seria um possível trajeto formativo?

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  2. Qual o paralelo ou contraste você traça entre o artigo da educação bancária e o design thinking?

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