Boas vibrações para você que lerá meu relato neste momento. Meu nome é Vitor Hugo Costa, atualmente estou no curso de Licenciatura em Língua Inglesa (depois de ter passado por vários outros cursos). Esta é a minha contribuição para este projeto que mal começou, mas já considero bastante. Como o próprio título sugere, é sobre este assunto que irei falar brevemente neste texto.
Metodologias Ativas de Aprendizagem é a segunda disciplina que estudo com o Professor Fábio. Desde a primeira – Novas Tecnologias na Educação – ele sempre falava sobre esse tal de design thinking.
Este termo se refere a busca de soluções e resoluções através de todo um processo de idealização e pesquisa, ou seja, busca-se os meios mais eficientes possíveis para atingir determinado objetivo. Logo, ao notar-se algum problema ou idealizar algo que poderia agregar positivamente uma coisa ou situação que já existe, inicia-se um processo de análise.
A fase de análise leva em consideração o agora e o que se deseja para o futuro. Com isso, são verificadas as maneiras possíveis de se atingir o desejado dentro de um universo limitador. Tomemos como exemplo o trabalho do meu grupo: como podemos tornar a grade horária do curso de licenciatura do IFB mais flexível?
O problema encontrado é a inflexibilidade nos horários das aulas, além do turno limitar a participação dos estudantes no mercado de trabalho. Há uma série de documentos, leis e regimentos que devem ser consultados a fim de elaborar propostas. Outros aspectos também devem ser considerados como o espaço físico da instituição e a carga horária dos professores. Aí entra o tão falado design thinking.
Vou falar sobre uma experiência muito rica que tive com design thinking no semestre passado. Tive a oportunidade de participar do Desafio de Projetos dentro da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. O desafio tratava-se de encontrar soluções para algum problema existente na área da educação. Basicamente, os grupos presentes deveriam encontrar algum problema na educação brasileira. Com isto, deveriam fazer pesquisas que comprovassem que o problema era real. Logo após, deveriam pensar em uma solução - contando com documentos escritos e protótipos – para apresentar aos jurados. Foram mais de 12 grupos participantes ao longo de uma semana e apenas 4 iriam para a última etapa. E para minha felicidade, minha equipe foi uma das quatro selecionadas. O trabalho da minha equipe foi um aplicativo que simula reações químicas nomeado ReAção!. Depois disso, houve muitos acontecimentos enriquecedores. Conto depois em outra oportunidade.
O design thinking promove uma experiência desafiadora. Pensar não é tão fácil quanto se imagina, pensar em prol de soluções que envolvem consequências de escala imensurável, é mais difícil ainda.
Como um professor em formação, ser exposto a este processo é, sem dúvidas, muito válido. Através de atividades desta natureza, eu consigo desenvolver a habilidade de pensamento crítico e fundamentado. Eu consigo ter maior sensibilidade às questões diversas que envolvem o ambiente de trabalho/estudos. Além disso, as habilidades de trabalho em equipe ficam cada vez mais afiadas. Tudo isto promove uma formação complementar que me auxiliará na vida docente, me ajudará a improvisar e a buscar soluções inteligentes para os mais variados problemas que surgirão.

como propiciar a percepção de que o problema vivenciado é real?
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